E lembro-me então de certos versos de outrem, que me inspirem ou fustiguem; ou mesmo aqueles que de certo modo me deprimam ou de qualquer outra forma me desanimem; e talvez até deixem-me num estado em que possa considerar-me pusilânime (se é que já não o sou ao meu normal).
E estes versos então cantados em belas vozes que percorrem meus canais auditivos; tímpanos e labirintos; e alguns em especial, estes, dizem, então:
“Brigo pelo estopim de um motim, de uma fuga em massa
Uma rebelião qualquer que me devolva à graça
E o sol quadrado não me aquece,
Já não amanhece o brilho que existia em meus olhos”
E, ainda buscando o que me tire desta rotina infernal, continuo prisioneiro